
Artigo elaborado por Leonel Varanda
Frutal, 06 de Agosto de 2007
No dia 19 de Março de 2007, as mãos do médium Celso de Almeida Afonso entregaram aos pais Arlete e Nivaldo, nova mensagem mediúnica magnetizadas por palavras e sentimentos, na embalagem do amor e da saudade.
"Mamãe Arlete, sei com que amor você lida com as pessoas e assim sendo, sei que o seu desejo é de apresentar o seu coração a outras mãe e a outros filhos que passam pelo difícil teste que passamos. Conte comigo. E sei que o carinho do papai Nivaldo acompanhará esse seu desejo, doando dele aquilo que servirá para amenizar a dor dos outros. que sofrem como nós".
O trecho da carta que escolhemos esta semana revela a presença de um semeador de luz, protetor dp lar e das almas queridas. O carinho que existe na proteção paterna, e cultivada à luz do amor imperecível, assemelha-se ao quadro da árvore frondosa. Passe o tempo, o machado, a ventania, a árvore está em seu lugar, cumprindo a missão do benefício espiritual. A árvore frutífera na estrada pública pode ser vítima de pedradas, de tormentas, de lenhadores, mas dá sempre, sem indagar "como", o porquê, o "a quem".
O cuidado paterno não se cansa. Parece alguma coisa de Deus em nós, algo que nos desperta, levanta, conforta e anima. É modalidade de amor, constituindo permanente incentivo ao espírito, em demando do infinito. E o que mais nos cativa é perceber a presença constante, nas teias do anonimato, do calor paterno, vigiando, protegendo r acompanhando os passos da esposa e dos filhos.
A presença do pai responsável e amigo, semeador de luz, é fonte de bençãos no ambiente familiar e no processo educacional dos filhos, pois existem muitos doentes do corpo e do espírito neste mundo, vagueando pelas ruas e pelos hospitais, e cujo único remédio é sempre esse das três letras luminosas: Lar.
Livia revela, também, que estarão sempre juntos e o "conte comigo" é a expressão dessa realidade. A nossa edificação espiritual continua sempre. As estações de chegada e partida se alternam, o desprendimento do corpo nos obriga a traçar programas novos, no entanto, a essencialidade é a mesma, a vida é a mesma, os objetivos não são diferentes! Um dia cantaremos juntos, sob a árvore da eternidade, o hino de rendeção e das alegrias imortais.
A felicidade reside no amor bem vivido e o amor tem as suas obrigações, que se convertem nas alegrias permanentes do espírito. O reencontro de Livia com os pais, através da carta mediúnica, revela aquela alegria íntima, a mesma dos outros tempos, o contentamento suave de quem andou aliviando saudades com a água viva da alegria nos reencontros.
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